sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Cativante Inocência

  Nada nessa vida é por acaso, tudo tem um motivo. Não tem sido nada fácil sorrir, mais eu sei que se eu não tiver fé, de nada vai adiantar! Estava vendo o clássico do cinema '' E o vento levou '', me deparei com minha aflições e vi que em breve a roda gigante da vida vai girar, e estarei de volta no topo dela!
 Vamos para o texto...

Cativante Inocência

 Me chamo Clarice e moro numa fazendinha em Rio Bonito no interior do Rio de janeiro.
 Tenho um cavalo branco chamado Branco, que era meu maior amigo. Nos corriamos pelo campo e estavamos sempre juntos cavalgando pela mata atrás de lenha para o meu pai, que fazia esculturas de madeira. Branco e eu um dia fomos cavalgar por um caminho da mata onde nunca tinhamos andado. Eu estava com medo e segurava firme na crina de meu cavalo. Estava vestindo um vestido longo azul e sentia frio. Eu e meu cavalo estavamos caminhando por uma área cheia de mato, eu disse a ele: -Cuidado com esse caminho, pode ter cobras! - ele estava andando despercebido, se achava grande demais e derrepente  sentiu algo se prender em sua forte perna, era uma cobra! Eu gritei e assustado ele se inclinou e eu cai e bati de cabeça em uma pedra. Ele saiu correndo tetando se livrar da cobra e eu fiquei ali desacordada. Acordei numa cama quentinha e sentia na minha cabeça um lenço com uma pomada na testa... fiquei assustada e quase levantei da cama. Foi quando ele entrou no quarto, era um homem alto e forte, com um jeito bruto ele me disse: -Vejo que já acordou! Está melhor? - perguntou ele. Eu fiquei nervosa pos estava com um outro vestido e perguntei me levantando da cama: -Quem é você? Oque estou fazendo aqui? Quem trocou minhas roupas? - ele me explicou( muito bruto por sinal): -Fui eu! Você estava caida perto de um ninho de cobras e caiu no chão sujo e cheio de lama. E teve um corte na testa...oque você queria que eu fizesse? Te deixasse caida lá? - eu senti uma tontura e cai deitada na cama. Ele se apresentou e mandou: - Me chamo Charles. Descanse para poder ir embora, logo! Qual é o seu nome? - ele me perguntou e eu respondi: - Clarice! Meu cavalo... - ele desviou o olhar e me deu a triste noticia: -Achei ele agonizando na floresta. Uma cobra o mordeu... lamento!
 Eu chorei e me cobri. Charles saiu do quarto e disse: -Vou acabar de cortar lenha. Depois volto pra ver como você está.
 Ele saiu e eu pensei em meu pai. Estava longe de casa, eu sabia que ele devia estar me procurando, mais como avisa - ló? Foi para fora da casa, estava fraca mais podia andar. Encontrei Charles, suado e sem camisa, cortando lenha... observei seu corpo quente e chamativo. Era como se eu estivesse ipnotizada pela sua imagem, mais porque? Ele me olhou e perguntou: -Já está de pé? Está melhor pra ir embora? - eu neguei e expliquei: -Estou de pé aqui, mais ainda estou fraca! Mais mesmo assim, posso ir embora, mais preciso de um cavalo para me levar. - ele colocou o machado no chão e veio caminhando até mim e disse: -Não pode cavalgar por ai, nesse estado. Quando ficar melhor te levo para sua casa. Onde fica? - ele parou na minha frente e tocou meu queixo e eu disse olhando seus olhos: -Moro numa vila em Rio Bonito.
 Ele me disse: -Estarei te levando para casa... mais só quando você ficar melhor! - ele me deu um beijo e eu fiquei sem reação. Logo meu corpo pediu para lhe beijar, meus lábios e os dele se entrelaçaram e minha li estava   fazando     nossa  conexão. Toquei seus largos musculos peitorais e ele me abraçaram como um laço envolve um presente. minhas pernas tremiam e enquanto o beijava eu também me entregava! Ele me pegou no colo e me colocou sentada num monte de toras... ele rasgou meu vestido e tirou sua calça, seu musculo ereto se encaixou em minha garota desprotegida. Enquanto ele me penetrava e me tomava, como só os homens conseguem tomar, eu pensava em vários momentos em que desejava ser tomada. Ele rasgou a parte de cima do vestido e lambeu meus seios macios e brancos, me senti viva e via cair flores sobre meu corpo nunca antes tocado. Sentia cheiro de goiabas maduras que exalam doces aromas. Sentia em meus lábios as sensações de provar um homem por completo! O tempo passou e eu estava tomando banho na banheira do quarto de Chales, ele estava nú dentro da banheira comigo e dissia palavras doces de amor. Eu estava sendo tocada pela primeira vez e sentia, por debaixo da espuma, as ccochas dele tocando as minhas: -Se for um sonho não me acorde! - eu sorria enquanto eu dissia isso. Estava louca e pegava fogo, ardida de amor.  Melhorei e Charles me levou para minha casa a cavalo... ele promete voltar, mais nunca mais eu o ví.
 1 ano se passou e nada dele voltar. Estava de cavalo novo e procurava na floresta a cabana dele, mais não achava de jeito algum... me sentia triste poriso... meu maior desejo era ficar rendida as pernas dele.   Ele foi meu primeiro amor, meu primeiro homem e o único! Meu cavalo estava cansado de tanto andar pela floresta, poriso desci de suas costas e o deixei bebendo água num riacho enquanto fui caminhando pela floresta. Senti meu coração disparar por um segundo e senti uma presença atrás de mim!  -Será que me viro? - pensei por um instante. Senti uma brisa me envolver e quando virei para trás, ví um anjo brilhante sorrindo pra mim... logo senti uma mordida na cocha, era uma cobra venenosa. Quando olhei e ví ela a me morder, cai meia tonta e fechei os olhos já quase morta. Abri os olhos e estava num jardim cheio de flores raras e do meu lado estava Charles.

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